quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Há dias assim...

Há  músicas, sons, cheiros, lugares que nos fazem voltar ao passado sem que o consigamos evitar.
Hoje voltei ao passado, hoje senti-me esmagada pelas lembranças, hoje tive de me sentar em frente ao Rio e respirar fundo enquanto me recordava dos abraços, dos beijos, dos sorrisos, dos sonhos, das borboletas...
Hoje tive de deixar o passado voltar e enquanto ele voltava senti as lágrimas  caírem e fui inundada por saudades. Não sei se de ti, se de nós ou se simplesmente de quem eu era quando estava contigo e acreditava no para sempre, de quando achava que o amor nunca podia ser em vão, que os planos seriam sempre realizados, que o futuro era uma porta para abrir a dois e que estava já ali ao lado, quando não duvidava de nada do que dizias e o teu sorriso bastava-me para o mundo fazer sentido.

Senti o teu cheiro em todas as pessoas que passaram,  lembrei-me da tua gargalhada em todos os sorrisos que vi, senti o teu toque sempre que o vento soprava, mas tu não  estavas ali, tu nunca voltarás a estar ali - pelo menos comigo...

Respirei fundo, arrumei cada uma das lembranças na caixinha do passado, tranquei-as novamente  no fundo da memória e limpei as lágrimas. Porque o que foi não volta mais, porque as saudades não pagam contas e porque todos os dias são uma nova oportunidade de ser feliz.

O caminho é em frente, um passo de cada vez... um dia eu chego ao meu destino, seja lá ele qual for...


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Aprende a amar-te...

Explica-me porque insistes em procurar a tua felicidade numa relação?
Explica-me porque aceitas qualquer porcaria que se cruze no teu caminho apenas para não estar sozinha?
Explica-me que medo é esse da solidão que te faz depender de algo que nem sequer é real?

Ainda não percebeste que não podes colocar a tua felicidade nas mãos de outra pessoa?
Ainda não aprendeste que só podes ser feliz com alguém quando antes de qualquer outra coisa és feliz contigo própria?
Ainda não aprendeste que não se ama ninguém se não nos amarmos a nós mesmos?
Que quando estamos numa relação sem sentirmos amor próprio nunca nos iremos valorizar o suficiente para que a coisa vá para a frente?

E que ilusão é essa de amor em que bastam meia dúzia de palavras para estares "perdidamente apaixonada"?
Como pode ser amor se serias capaz de o trocar por qualquer outro que te dissesse "amo-te" e te tratasse melhor?

E essa história de que "a vida separou-nos para crescermos e agora voltou a juntar-nos", tretas, tudo tretas. Se não era bom há meia dúzia de anos, se as discussões eram constantes, se dizias que não eras feliz e se escolheste outro caminho, qual é a lógica de voltares a entrar nessa estrada? Esqueceste-te dos buracos que ela tinha? Dos solavancos que te fez dar? Das coisas que disseste quando decidiste ir embora? As pessoas não mudam, não deixam de ser egoistas e egocentricas porque "cresceram" em meia dúzia de anos. Tretas, tudo tretas.
É muito fácil esquecer as coisas más e lembrarmos só das boas, principalmente quando temos medo do futuro e da solidão e achamos que vale tudo só para não estarmos sozinhos.

Mas explica-me, explica-me como se eu tivesse 5 anos. Como se aceita uma relação mais ou menos? Como se aceita qualquer coisa? Como se está com alguém que não sabe nem nos quer valorizar?
(Também, verdade seja dita, se tu não te valorizas porque raio o outro tem de o fazer?)

Acorda, faz terapia, sobe o everest, salta de avião, sei lá, mas acorda para a vida.
Percebe que nenhuma relação nos pode completar se nós não nos sentirmos completas ainda antes da relação aparecer, percebe que a nossa felicidade é única e exclusivamente responsabilidade nossa e que nunca a iremos encontrar fora de nós.
Acorda e percebe que sexo não é amor, que presença não é companhia, que estar só é diferente de estar sozinho e que não é preciso ter medo do futuro, porque se aprenderes a gostar de ti, qualquer que seja o futuro será sempre mais colorido do que uma relação mais ou menos, sem sal nem pimenta, do que uma vida a pensar "falta-me qualquer coisa".

Sim falta, falta a coragem para olhares para dentro de ti, parares de culpar o mundo pelas tuas escolhas e fracassos, aceitares que o passado não se muda e aprenderes com ele e acima de tudo aprenderes a gostar de ti e a mandar as relações mais ou menos irem dar uma curva.

Afinal, nunca ouviste dizer que mais vale só do que mal acompanhado?



segunda-feira, 31 de agosto de 2015

"Não quero ter razão, quero ser feliz!"

As pessoas não entendem este meu jeito de ser, não entendem porque não faço o que é politicamente correcto, porque corro atrás de sonhos, porque rejeito tudo o que não me enche o coração.
As pessoas não entendem que escolhi ser feliz mesmo que os outros não entendam essa felicidade, que não faço fretes porque dizer que sim quando se quer dizer que não mata sempre um bocadinho, que prefiro sorrir com a alma do que gritar aos 7 ventos uma aparente felicidade...
As pessoas não entendem que se pode estar completa estando sozinha e que estar sozinha não é o mesmo que estar só, que se possa ter sonhos sem ser os que a sociedade nos impõe e que é possível voar todos os dias um bocadinho mais alto mesmo que os outros jurem a pés juntos que não estamos a sair do chão.
As pessoas não entendem que não precisamos de passar o dia acelerados e que devagar também se vai longe e que por vezes os passos pequenos trazem as maiores recompensas...
As pessoas não entendem e eu não me dou ao trabalho de explicar, ninguém precisa de explicar o seu jeito de ser, a sua maneira de estar e a sua forma de sonhar.


Eu acredito em mim, os outros se quiserem que acreditem também...



sexta-feira, 26 de junho de 2015

Acredita

Pára...
Pára de dizer que não és capaz,
Pára de dizer que não vais conseguir,
Pára de dizer que o mundo conspira contra ti..
A única culpada da situação onde estás hoje és tu, por isso pára de utilizar o mundo como desculpa para os teus falhanços..

Talvez te tenham acontecido coisas más no passado com as quais não soubeste lidar, coisas de que não tiveste culpa.
Talvez tenhas tido uma mãe que não sabia demonstrar amor ou um tio que abusou de ti e claro que nada disto é culpa tua, mas e por muito que te custe acreditar isto já passou,  não podes voltar atrás para mudar a história e por isso está na altura de perdoares.
Sim, perdoares, quando perdoas não estás a desculpabilizar a situação, estás sim a livrar-te do peso que carregas, tens que perceber que a culpa não foi tua e que enquanto carregares a raiva e a amargura que isso te causa, vais continuar a dar poder aos agressores, vão continuar a ser eles a comandar a tua vida. Está na altura de respirares fundo e deixares ir todo o sofrimento que isso te causou, na altura não podias fazer nada mas agora podes, na altura magoarem-te e não foi culpa tua, mas é culpa tua deixares que essas memórias continuem a comandar a tua vida.
És tu e só tu que pode mudar isso, então porque não mudas?

Porque continuas a dizer que não consegues vencer na vida?
Porque continuas a acreditar que mereces menos do que na realidade mereces?
Porque continuas a deixar que o medo domine a tua vida e te impença de realizar os teus sonhos?

Toda a gente cai, toda a gente falha. Até a pessoa mais bem sucedida do mundo já falhou, já errou, já caiu, a diferença entre tu e ela, é que ela seguiu em frente, aprendeu com a falha e tentou de novo, as vezes que foram precisas até vencer.
Então porque continuas tu sentada no chão a dizer que não és capaz e que o mundo é injusto contigo?

Porque não deixas de te queixar e vais à luta?
Tu podes, tu consegues basta quereres, basta acreditares, basta agires.

Olha para o espelho e começa a despir as camadas de dor que te foram consumindo durante estes anos, deixa-as ir, uma de cada vez.
Olha para ti e vê que apesar de tudo sobreviveste e que só estás no chão porque te recusas a levantar e a lutar pela vida.

Hoje é o dia de acreditares, faz a lista de todos os teus sonhos, por mais irreais que eles possam parecer, talvez não os consigas realizar hoje, amanhã, no próximo ano mas o segredo é acreditar, é ir à luta, é dar "a cara a tapa" à vida e mostrar que aconteça o que acontecer quem comanda a tua vida és tu e ninguém tem o poder de te fazer desistir.

As pessoas só te podem influenciar se tu deixares, talvez uma ou outra te vá magoar sem que nada o fizesse prever, mas é a forma como lidas com isso que determinará o que vem a seguir.

Todos os falhanços ajudam a tornar o sucesso ainda mais saboroso, então reune os pedaços de ti que deixaste espalhados por ai ao longo dos anos, respira fundo, perdoa o que houver a perdoar, ama-te acima de tudo e de qualquer coisa e vai à luta.

Tu consegues, só precisas de acreditar!


domingo, 10 de maio de 2015

Mais uma vez...

E mais uma vez voltas como se nunca tivesses ido embora, como se o teu lugar na minha vida fosse um direito adquirido, como se a distância nunca tivesse existido.
E mais uma vez eu deixo porque as saudades são mais fortes do que a lucidez, porque o sorriso que a tua voz causa em mim apaga sempre todas as desilusões que já tive e que sei que voltarão a surgir.
E mais uma vez a conversa flui como se nunca tivéssemos deixado de falar, o sorriso rasgado, os olhos brilhantes e a certeza de que apesar de tudo, sou sempre mais feliz quando tu estás.
E mais uma vez fico horas perdidas na tua voz, com as lembranças a percorrer-me a mente e as borboletas a invadirem-me o estômago.
E minto-te vezes e vezes seguidas tentando convencer-te que és um caso encerrado, que somos apenas amigos e que nada do que dizes mexe comigo...
Minto-te porque na verdade nem eu sei o que sinto, se és um caso perdido, uma lembrança feliz ou uma esperança que quero esconder, minto-te porque é mais fácil dizer a mim mesma que é tudo uma questão de hábito e que os sorrisos que me arrancas, o brilho que me trazes e as borboletas que me invadem quando oiço a tua voz, são apenas reflexos de memórias de tempos felizes, onde eu acreditava em príncipes e princesas e onde achava que o amor no fim vencia sempre.
Não faço ideia do dia de amanhã, sei que o mais provável é voltar a chatear-me com alguma mentira, voltar a afastar-me jurando ser a última vez, zangar-me comigo mesma por te dar sempre novas oportunidades - nem eu sei bem para quê ou porquê.
Não sei nada sobre o dia de amanhã mas sei que hoje sou mais feliz porque te tenho de novo na minha vida...
E fazes-me sempre bem ... (até me voltares a fazer mal).


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Às vezes não é medo, é falta de amor..

"Ele gosta de ti, eu acredito mesmo que ele gosta de ti, só não sabe como demonstrá-lo. Parece que tem ali um bloqueio, que tem medo de alguma coisa, sim, é isso mesmo, parece que tem medo de assumir que gosta de ti, de fazer as coisas andarem para a frente...
Claro que gosta, senão gostava não acabava sempre por te telefonar e voltar a querer estar contigo, só que há algo nele que não sei o que é..."

Sorri, enquanto ouvia a conversa que nada a tinha a ver comigo mas que me levou a viajar ao passado, também eu um dia quis inventar mil desculpas e colocar mil argumentos em cima da mesa para justificar algo tão óbvio, como o simples facto de a pessoa não gostar de nós.

E confesso que enquanto ouvia a conversa tive vontade de me levantar do meu lugar, arrancar o telemóvel da mão da pessoa e dizer a quem quer que estava do outro lado que lamentava muito mas que não, a pessoa de quem elas falavam não gostava dela e andava apenas a dar-lhe conversa para a poder manter na prateleira para quando estivesse sozinho e precisasse de alguém.
Porque meus amores, quem ama não inventa desculpas para não estar presente, quem ama sente saudades todos os dias, saudades do nosso riso, do nosso abraço, do nosso olhar, da nossa voz, quem ama não sente apenas saudades de nos levar para a cama e não nos telefona apenas em momentos de carência.
Quem ama está lá, sempre. Sejam 8 da manhã ou 8 da noite (e com estar lá, não quer dizer que a pessoa tem que nos mandar uma mensagem de 5 em 5 minutos - amar sim, ser um carrapato não), estar lá significa que a pessoa vai querer ouvir a nossa voz mesmo que seja apenas para dizermos a coisa mais parva do universo - e a pessoa vai-nos dizer que o que estamos a dizer é parvo.
Quem ama não se deixa dominar pelo medo, quem ama arrisca, segue em frente, dá a mão e caminha junto seja qual for o destino, seja qual for o caminho...

Eu sei que é difícil olhar para o outro e admitir que os sonhos não são compartilhados, que por mais amor que tenhamos o outro não sente o mesmo, que às vezes somos apenas as bonecas na prateleira..

Mas sabem, às vezes a vida é mesmo assim, às vezes amar não chega, às vezes é preciso aceitar o que está mesmo à frente dos nossos olhos, aceitar que as desculpas da outra pessoa são isso mesmo, desculpas, que aquilo que nos dizem é realmente o que querem dizer e não o medo a falar por eles, que quem ama, não ama apenas uma vez por semana ou uma vez por mês, que quem ama não espera que um dia o destino lhe bata à porta com a pessoa embrulhada em papel de seda mas que vai à luta, corre atrás, quem ama, ama mesmo que já tenha caído de um arranha céus vezes e vezes sem conta, ama mesmo que toda ela seja medo e segue em frente mesmo com esse medo.

Então meus amores, se a pessoa de quem vocês gostam vos envia uma mensagem uma vez por semana apenas e só com a esperança de um encontro para vos levar para a cama, se a pessoa em questão não está lá às 8 da manhã e às 8 da noite, se a pessoa inventa mil desculpas para algo tão "simples" como o amor, então está na altura de fechar a porta e sofrer tudo de uma vez, de acabar com a esperança e fazer o luto. De perceber que o amor não inventa desculpas.
Está na altura de seguir em frente porque algures na esquina da cidade pode estar a pessoa certa, aquela que vos vai amar hoje, amanhã, sempre, acima de todas as desculpas e de todo o medo.


domingo, 19 de abril de 2015

Eu sei...

Eu sei que fui eu que te pedi que partisses, que fosses sem olhar para trás e que nunca voltasses...
Eu sei que fui eu que fechei a porta, que gritei que não queria mais, que disse estar farta de mentiras e de promessas vazias,
Eu sei que fui eu que jurei não perdoar mais nenhuma desilusão, e que manteria o meu coração intacto e longe de ti...
Eu sei que fui eu que me cansei dos teus jogos sórdidos e das tuas manipulações constantes...

E eu sei que estou melhor sem ti, longe de um amor que a vida já me provou que nunca daria certo, que em jeito de matemática se revelou uma equação impossível e um numero longe de ser perfeito.
Eu sei que a mudança não existe e que seria sempre mais do mesmo...

Mas hoje eu sei que tenho saudades, que a dor no peito me consome, que a vontade de ceder e voltar atrás é maior do que a lucidez e a razão.
Eu sei que só me apetece mandar uma mensagem, mandar a lógica para o espaço e cometer de novo o mesmo erro, aquele erro repetido vezes infinitas e que eu sei que acaba sempre da mesma forma...
Eu sei que o meu sorriso é mais bonito quando tu sorris comigo, que o meu coração bate mais depressa quando me apertas nos teus braços, que os meus olhos brilham mais quando olho para ti...
Eu sei que por mais que eu tente calar tudo o que sinto, há sempre dias em que não consigo...
E eu sei que te queria por perto mais uma vez e que me perderia nos teus braços sem pensar duas vezes...

Mas eu sei que não vou fazer nada, que não vou abrir a porta, não vou mandar mensagem, não vou gritar para que voltes na esperança de que oiças.
Eu sei que vou ficar quieta no meu canto, esperando a saudade passar, a máscara voltar e a solidão ir embora..

Eu sei que o amor não chega, que por mais que amemos às vezes o melhor é fingir que não amamos e que por vezes apenas podemos seguir em frente, mesmo quando a vontade é correr de volta ao passado e por lá morar infinitamente...

Eu sei, sei tudo, eu sei sempre tudo...
E hoje sei que tudo o que eu sei, é que tenho saudades tuas!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Despedida...

Os teus braços rodearam-me e eu escondi a cabeça no teu peito, senti-te apertar-me e queria pedir-te que me deixasses ficar assim para sempre, não queria vir embora, queria olhar-te nos olhos e dizer-te que ia ficar ai, para sempre... no entanto limitei-me a abraçar-te, a engolir as lágrimas, a despedir-me de ti e a entrar no comboio... e depois chorei, chorei como se tivesse 5 anos, chorei enquanto tremia e soluçava, chorei pelo vazio que sinto sempre que tenho que vir embora, queria sair daquele comboio, agarrar-te na mão e dizer-te "leva-me para casa", queria estar aninhada no teu peito em vez de estar aqui na minha cama, queria estar a ver o teu sorriso em vez de estar a chorar pela distância…
Estar contigo é estar tão perto da perfeição, adormecer e acordar nos teus braços, ver os teus olhos olharem para mim enquanto me das um sorriso, ver a tua cara de menino traquino sempre que fazes asneiras, sentir-me completa porque a tua mão agarra a minha…
Mas a perfeição ficou ai e agora só resta o vazio da tua ausência, quando aquele comboio começou a andar juro que o meu coração parou de bater, juro que por momentos deixei de existir, como se eu não fosse eu, como se aquela cena estivesse a ser vista de fora, não era eu ali a chorar, eu estava protegida no teu abraço mas tive de voltar à realidade, tive de engolir as lágrimas e mentalizar-me que voltava para "casa", mas não voltei porque a minha casa és tu, é o teu abraço...
E agora sinto-me vazia... tão vazia sem ti... Se sonhasses como te amo… És-me tudo, mesmo quando não queres ser nada…

Algures em 2008/2009


domingo, 18 de janeiro de 2015

Sem ti...

Quis convencer-me a mim mesma que precisavas também de um tempo para voltar à tua realidade sem mim, julgo que ainda hoje quero acreditar nisso, só para sentir que fui importante para ti e em ti…

Algures em 2008/2009


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O amor...

Assim que cheguei à tua cidade senti uma sensação de “estou no Japão”, sinto sempre isto quando chego ao Porto, é como se toda a gente conseguisse olhar para mim e perceber que eu sou lisboeta e não pertenço ali.
Tu ainda não tinhas chegado e eu estava ali, nervosa sem saber muito bem porquê e eis que olho e te vejo, ou melhor te sinto (porque eu ao longe não vejo nada), mas eu soube como sempre sei que eras tu, mesmo sem ver, mesmo sem ouvir, como se o meu coração adivinhasse sempre a tua chegada.
E quando chegaste ao pé de mim e sorriste o meu mundo “ruiu” porque naquele momento eu soube que ainda te amava com cada pedacinho do meu ser, as borboletas voltaram a invadir a minha barriga, o mundo voltou a desaparecer, o meu sorriso voltou a ser maior que o universo e o Porto voltou a ser a minha cidade, de repente já não estava no Japão, estava em casa, porque e mais uma vez pode parecer um cliché, mas contigo sempre me senti em casa.

Algures em 2008/2009


domingo, 11 de janeiro de 2015

É a vida...

Caindo,
Falhando,
Tentando,
Lutando,
Perdendo,
Ganhando…

Tanto faz; tudo isto serve para eu crescer.


domingo, 4 de janeiro de 2015

Vai uma receita? #11

Eu gostava de vos mostrar coisas light's, gostava mesmo, mas eu não sou rapariga de coisas light's :\
Por isso tomem lá mais uma receita apetitosa. Ahahha.

Eu dispenso o arroz mas o camarão vou experimentar de certeza :p